Com a mudança do cenário econômico do país, veículos seminovos passam a ser uma boa opção para quem quer trocar de carro. E o SPC Brasil oferece um serviço que auxilia na segurança do comprador antes de bater o martelo.

Nos últimos anos, o Brasil viveu um momento próspero da indústria automotiva. Com a inflação sob controle, aumento da taxa de pessoas empregadas e benefícios fiscais - como a redução do IPI por um período prolongado - a venda de carros zero quilômetro bateu todos os recordes positivos para o setor.

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Encontrar clientes potenciais não é uma tarefa simples e que cada vez mais se torna essencial para a sobrevivência e
crescimento de qualquer empresa, independentemente de seu porte e segmento. Em função do mercado global cada vez mais competitivo, é imprescindível que os profissionais atuem incansavelmente em busca de novos clientes e oportunidades de negócios.

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Com o aumento da inadimplência de Pessoa Jurídica, conhecer o comportamento do seu futuro cliente é a saída para tentar evitar prejuízos


       A inadimplência é um problema que pode afetar tanto pessoas quanto empresas, independentemente do seu segmento, porte ou nacionalidade. De acordo com o Indicador do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), nos primeiros sete meses de 2014, a inadimplência de Pessoa Jurídica registrou alta de 6,31% comparado com o mesmo período de 2013.
     Com relação ao setor credor, destacam-se as altas nos segmentos de administração pública, luz e gás, indústria e comércio (gráfico abaixo).


                                             *Dívidas registradas no banco de dados do SPC Brasil

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O Dia dos Pais, comemorado no segundo domingo de agosto, é uma oportunidade para que os varejistas elevem suas vendas durante a data, para aproveitar a oportunidade é importante adotar estratégias para conquistar os filhos que procuram presentes. Os lojistas devem conhecer bem seus clientes e antecipar quais são as suas necessidades, recorrendo às mídias sociais para que as campanhas de divulgação sejam eficazes.

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Deixar de comprar coisas que gostam é citado por 36% dos entrevistados como a maior dificuldade para organizar a vida financeira, mostra estudo

Quatro em cada dez (37%) consumidores inadimplentes admitem que não vão pagar suas dívidas nos próximos três meses. Seja porque não têm condições de arcar com o valor (28%) ou, então, por falta de interesse em regularizar o débito (9%).

A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal ‘Meu Bolso Feliz’ com 1.245 consumidores em todas as capitais. O levantamento buscou traçar o perfil do adimplente e inadimplente brasileiro, analisando as causas da inadimplência e o comportamento financeiro dos consumidores.

Quando indagados sobre a principal razão da negativa, 45% dizem que consideram o valor da cobrança abusivo e por isso, nem tentarão negociar com o credor. Sobre as dificuldades enfrentadas para iniciar uma negociação e pagamento da dívida, 36% dos consumidores admitem que o principal empecilho é abrir mão do atual padrão de consumo, ao deixar de comprar produtos que satisfazem desejos momentâneos.

Na avaliação do educador financeiro do ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, a resistência em cortar despesas e em mudar o padrão de consumo são alguns dos erros mais comuns para quem precisa ‘sair do vermelho’ e sinalizam a falta de preocupação com o futuro. Exemplo disso é que quase um quarto (24%) dos inadimplentes admite que costuma deixar de pagar alguns compromissos financeiros para adquirir um determinado produto que gostaria de ter. Entre os consumidores adimplentes entrevistados, o percentual cai para 9%.

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